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Os
processos de gestão de planos de saúde trazem a complexidade
única de envolver três agentes distintos: os prestadores
de serviço; os beneficiários, que utilizam estes serviços;
e as operadoras de planos de saúde, que são responsáveis
pelo pagamento dos serviços.
Com
a promulgação da Lei
9656/98, foram estabelecidas regras e legislação
para a regulamentação do setor. Entretanto, com o
intuito de proteger o mercado e os usuários, a lei estabeleceu
uma série de normas e exigências para as operadoras,
com um impacto significativo nos custos assistenciais. Mesmo com
os reajustes engessados, os contratos antigos tiveram que seguir
as novas regras estabelecidas. Além disso, foi criada a obrigatoriedade
do ressarcimento ao SUS.
Finalmente,
a própria evolução técnica da medicina,
com o lançamento contínuo de novos e complexos medicamentos
e tratamentos, tem sido um fator de aumento nos custos com a saúde.
A
conjunção destes fatores tem resultado em forte pressão
de custos sobre as operadoras de planos de saúde. Para manter
sua competitividade no mercado e evitar a erosão de suas
margens, as operadoras de planos de saúde buscam caminhos
e soluções que as tornem mais eficazes, tragam maior
controle aos processos e, ao mesmo tempo, conservem ou aumentem
seu padrão de qualidade.
A
CRC presta também serviços de consultoria em gestão
de planos de saúde, com especial enfoque no controle de custos
e na readequação dos planos de saúde frente
à nova
legislação.
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